seguro de vida resgatável

Antes de falar do seguro de vida resgatável, gostaria de fazer a seguinte pergunta: Você compraria um carro de R$ 100.000,00 e ficaria sem seguro? Acredito que a resposta seja não!

Nesse artigo, quero provocar algumas comparações e levantar alguns mitos, entre eles, que o seguro de vida é um produto ruim.

A modalidade de seguro mais conhecida no Brasil é o de seguro automotivo, pois já entenderam que o seguro do carro é quase obrigatório. Afinal, ninguém quer ficar sem aquele bem que faz parte do patrimônio.

Por que as pessoas fazem seguro de carro e não fazem seguro da vida?

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Vejamos, um carro popular custa R$ 40.000,00, enquanto seu seguro custa em média R$ R$ 2.100,00.

Mas, quanto custaria a falta de um pai de família com duas crianças e a esposa dependente? Ou imagine ainda que ele não falte, mas fique inválido dependendo do INSS. Acreditem, isso custaria muito mais de R$ 1.000.000,00, com certeza.

Sendo assim, por que as pessoas não fazem seguro de vida, que, na minha opinião, é muito mais importante que o seguro de carro? Simples, esse é um problema cultural. No Japão, por exemplo, é muito comum uma pessoa ter seguro de vida, visto que, nove a cada dez pessoas o contratam. Assim como nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos.

Mas, afinal, fazer seguro é jogar dinheiro fora? Depende do seguro e da forma que ele for contratado. O seguro não é um produto para ganhar dinheiro, mas sim para evitar perdas.

Se você contratar o produto errado, sim, você irá jogar dinheiro fora. No entanto, já existem seguros resgatáveis, como o WL10, da Prudential, e o Bién Vivir, da Mapfre Vida e previdência. Nessa modalidade de seguro de seguro de vida resgatável, você tem direito a retirada a partir do 2º ano. Na maioria dos casos, a correção do saldo aplicado é pela inflação + uma taxa.

Além de resgatáveis, esses seguros realizam toda análise de risco por meio de exames sem custo algum ao cliente. Após a contratação, são irrecusáveis! Diferente daqueles vendidos de forma avulsa no banco que podem ser negados e você fica obrigado a informar qualquer mudança em sua saúde.

Outro grande beneficio dos seguros resgatáveis é a parcela linear, sem aumento por faixa de idade. Também diferente daqueles vendidos pelos bancos, que ajustam conforme o avanço da sua idade e fica impagável quando você mais precisa. Parece até uma estratégia para você desistir do produto.

Nos dois que indiquei acima, a parcela não sofre correção por faixa de idade, apenas efeito inflacionário, pois o valor da sua apólice será ajustado.

Em resumo, o seguro de vida é sim um produto bom e um bom consultor pode te ajudar a encontrar aquele que melhor te atende. Além disso, ele irá lhe auxiliar no cálculo do valor da apólice.

Confie em mim, assim como você não fica sem o seguro do carro, não fique sem um seguro de vida resgatável. Principalmente se você está em fase de acumulação de patrimônio, tem pouca reserva e existem pessoas que você ama que dependem financeiramente de você.

Não estou falando apenas de morte, mas também da invalidez, falta de um dos membros ou doença grave. Veja o vídeo abaixo:

Não queira depender do INSS e encarar aquelas filas para receber a mixaria que o governo tem que lidar, sofrendo humilhação ou ainda tendo que encarar profissionais baratos, pelo simples fato de você não ter se planejado para pagar um bom médico.

Como dizia um grande banco em uma propaganda: VAI QUE! Planeje-se e tenha uma vida tranquila.

Restou alguma dúvida? Deixe seu comentário logo abaixo ou nos envie um e-mail e teremos prazer em respondê-la.

Confira também o post: 10 motivos para ter um seguro de vida, clique aqui.

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