O Brasil já teve uma economia muito mais forte do que hoje e a Bolsa na época não chegou a este patamar histórico. Ficamos um pouco ressabiados e preocupados, pois se num cenário mais favorável nós não chegamos nesta pontuação por que então batemos este patamar de 95 mil pontos agora?

Mas analisando friamente os fatos que ocorrem hoje, com a confiança do investidor muito mais forte e a esperança de um Brasil melhor com a nova equipe econômica, apesar de alguns contratempos como a greve dos caminhoneiros no ano passado e do “Joesley Day” que geraram duas quedas bruscas, ainda assim a Bolsa rompeu a máxima histórica.

Algumas pessoas já acreditam que a reforma da previdência já está sendo precificada pelo mercado, ou seja, que o mercado já está antecipando a alta que viria proveniente da reforma. Alguns outros acham que após a reforma da previdência, o índice vai começar a cair. Mas analisando mais a fundo isto não é o correto, porque o capital estrangeiro ainda não voltou para o Brasil. Os investidores estrangeiros estão esperando uma reforma da previdência e um ajuste fiscal para regressar ao Brasil e quem movimenta nosso mercado é o capital estrangeiro. Sendo assim, se os “gringos” voltarem para a Bolsa, facilmente vamos romper os 100 mil pontos.

Sabendo disto, você pode se beneficiar desta alta comprando ações, principalmente as correlacionadas ao índice Bovespa e as com maior peso dentro do índice: como Itaú, Bradesco, Vale e Petrobrás, por exemplo, ou mesmo comprar o próprio índice Bovespa.

Nós não podemos afirmar nada, mas tudo indica que a Bolsa vai romper os 100 mil pontos realmente. A tendência é que nos próximos dias a máxima histórica se rompa consecutivas vezes.

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