Ninguém gosta de pensar no dia da própria morte ou no caso de perda de algum familiar. Contudo, essa é, infelizmente, uma das poucas certezas que temos na vida inteira. Por isso, vale a pena se planejar para ela ao longo dos anos — por exemplo, com um seguro de vida resgatável.

Perder um ente familiar é uma situação difícil. E, quando a pessoa era provedor financeiro, as dificuldades costumam ser ainda maiores. Logo, ter um seguro ajuda a deixar sua família mais estável diante de momentos complicados.

E se você não se sente confortável em ter um produto financeiro voltado apenas para questões de invalidez (total e permanente) ou morte, gostará de saber que a quantia do seguro de vida resgatavel também pode ser resgatada para utilizar em vida.

Continue a leitura e veja por que você precisa considerar contratar um seguro de vida resgatável!

O QUE É UM SEGURO DE VIDA RESGATÁVEL?

O mercado de seguros oferece muitas formas de proteção. Existem os seguros voltados para proteger seu carro em sinistros e aqueles para oferecer segurança à sua casa. Além deles, o seguro de vida é mais um produto oferecido.

Tradicionalmente, fazer um seguro para sua vida tem o intuito de contar com suporte financeiro para seus familiares, caso algo aconteça com você. Mas é possível também fazer um seguro de vida resgatável, que é um pouco diferente.

Nesse caso, o dinheiro não se restringe ao uso em caso de falecimento. Como o nome indica, nele a reserva pode ser resgatada com o segurado em vida. Basta conferir as condições da seguradora — por exemplo, o período de carência necessário antes de pedir o resgate.

COMO ELE FUNCIONA?

O funcionamento básico do seguro de vida resgatável consiste em você pagar mensalidades e o dinheiro ficar reservado, sendo administrado pela seguradora. Ele rende segundo a taxa de juros estabelecida por ela.

Então, é possível contar com a reserva em situações que colocam sua vida em risco. E também é viável pedir o resgate quando desejar ao longo dos anos. Com isso, o seguro de vida resgatável pode funcionar tanto como um seguro quanto como uma espécie de investimento.

Todos que exercem atividade remunerada e participam da renda familiar podem se beneficiar do seguro de vida. Afinal, ele é uma forma de proteger o seu patrimônio e oferecer uma reserva tanto em caso de invalidez permanente, morte ou qualquer outra demanda que lhe faça pedir o resgate.

Há dois tipos principais relacionados ao seguro. O primeiro tem um prazo definido para resgate. Na data determinada, o segurado recebe o dinheiro e deixa de ser protegido pelo seguro.

No segundo tipo, não há obrigações. O cliente é quem decide se quer resgatar o dinheiro ou manter a proteção.

POR QUE TER UM?

A modalidade de seguro mais conhecida no Brasil é o de seguro automotivo, pois já entenderam que o seguro do carro é quase obrigatório. Afinal, ninguém quer ficar sem aquele bem que faz parte do patrimônio.

Mas, por que as pessoas fazem seguro de carro e não fazem seguro da vida? Assim como é importante manter seu patrimônio protegido, é preciso pensar: quanto custaria a falta de suporte financeiro para sua família, caso você não pudesse suprir?

Afinal, da mesma forma como seu carro pode ser roubado ou enfrentar um sinistro, você está exposto à existência de doenças graves ou acidentes e pode utilizar o seguro para se proteger dos perigos. O seguro de vida protege seu bem mais precioso: as pessoas amadas.

Além disso, o seguro de vida resgatável traz a vantagem diferenciada de proporcionar também possibilidades de investimento. Assim, é viável se planejar para ter sua família protegida em caso de morte, mas também para poder resgatar o dinheiro antes.

Outro grande benefício dos seguros resgatáveis é a parcela linear, sem aumento por faixa de idade — o aumento será apenas de acordo com a inflação do período. Outros seguros tradicionais costumam ter ajuste de valor conforme o avanço da sua idade.

SEGURO DE VIDA NÃO É JOGAR DINHEIRO FORA?

Ainda existe um mito de que investir em seguro é desperdiçar dinheiro. Mas, na verdade, ele se baseia em considerar os imprevistos possíveis na vida inteira. Vale destacar que o seguro não é um produto voltado para ganhar dinheiro, e sim para evitar perdas.

Então, da mesma forma como pensamos o que vamos fazer caso nosso carro sofra um revés e seja roubado ou dê perda total, é importante pensar sobre quais serão as consequências familiares de uma morte ou invalidez absoluta – que traz uma mudança definitiva ao longo dos anos.

Logo, ter um seguro de vida não é jogar dinheiro fora — claro, dependendo também das características do seguro e da forma que ele será contratado. Se você escolher o produto errado, sim, poderá desperdiçar seus recursos.

No entanto, existem bons seguros resgatáveis, como o WL10, da Prudential, e o Bién Vivir, da Mapfre Vida e previdência. Além de contar com o direito a retirada, o saldo aplicado geralmente rende de acordo com a inflação, acrescido de uma taxa.

Além de resgatáveis, esses seguros realizam a análise de risco por meio de exames sem custo algum ao cliente. Após a contratação, são irrecusáveis – diferente dos vendidos de forma avulsa no banco (que podem ser negados).

COMO ADQUIRIR UM?

Confie em mim. Assim como você não fica sem o seguro do carro, não fique sem um seguro de vida resgatável. Principalmente se você está em fase de acumulação de patrimônio, tem pouca reserva e existem pessoas que você ama que dependem financeiramente da sua renda.

Vale lembrar que imprevistos não dizem respeito apenas à morte, mas também ao risco de invalidez total ou permanente por acidentes ou doenças graves — o que poderia trazer impacto na renda por causa do custo hospitalar e ainda lhe deixar exposto às dificuldades do INSS.

Você provavelmente não quer depender do INSS e ter que encarar burocracia e receber uma renda ainda menor do que a sua, certo? Então, organizar-se financeiramente e ter um seguro de vida resgatável faz toda a diferença.

Para adquirir um, basta entrar em contato com a empresa e conhecer os produtos disponíveis para sua escolha. Antes de optar, não deixe de avaliar com atenção as características de cada seguro — especialmente o período de carência e as formas de resgate.

Além disso, verifique também a taxa de juros pela qual o dinheiro ficará rendendo. Afinal, além de proteger sua família é possível corrigir o valor ao longo do tempo como em um investimento. Analisar tais pontos lhe ajuda a tomar a melhor decisão.

Sem dúvida, planejar-se é um passo essencial para ter uma vida tranquila. O seguro de vida resgatável é útil no planejamento para deixar sua família amparada. Afinal, não é fácil construir patrimônio ao longo da vida e, certamente, seria muito difícil perdê-lo por conta de emergências, não é?

Portanto, considere contratar um seguro de vida resgatável. Avalie as opções disponíveis no mercado e faça sua escolha!

E então, qual sua opinião sobre este assunto? Tem alguma pergunta sobre o seguro de vida resgatável? Entre em contato conosco!