Os juros compostos são, simplificando, “juros sobre juros”. Em vez de render sempre sobre o valor inicial, o rendimento incide sobre um montante que cresce a cada período. É o efeito bola de neve do dinheiro.
Um exemplo que ilustra
R$ 500 por mês a 0,8% ao mês viram muito mais do que a simples soma dos aportes ao longo de 20 ou 30 anos. A maior parte do patrimônio final não vem do que você depositou, e sim dos juros acumulados sobre juros.
Como usar a seu favor
- Comece cedo: tempo é a variável mais poderosa da fórmula.
- Reinvista os rendimentos: é o que liga o efeito composto.
- Seja consistente: aportes regulares superam grandes apostas pontuais.
O mesmo princípio funciona contra você nas dívidas. Por isso, colocar os juros compostos do seu lado — investindo — é uma das decisões financeiras mais importantes da vida.


