O mercado projeta a Selic em 14% no fim de 2026 — o que sugere que o ciclo de cortes está perto do fim. Esse cenário reacende uma discussão clássica entre investidores: vale a pena travar taxas em títulos prefixados agora?
A lógica do prefixado
Em um título prefixado, você “trava” hoje a taxa que vai receber até o vencimento. Quando o mercado acredita que os juros vão cair, esses papéis ficam atraentes: você garante um rendimento alto antes que a queda aconteça. O mesmo raciocínio vale para o Tesouro IPCA+, que combina uma taxa fixa com a variação da inflação.
O risco a entender é a marcação a mercado: se você precisar vender o título antes do vencimento e os juros tiverem subido, pode ter perda. Levando até o fim, recebe a taxa contratada.
Como se posicionar
Uma abordagem equilibrada é aproveitar as taxas ainda altas para garantir bons prefixados de prazos que caibam no seu planejamento, mantendo parte em pós-fixado (Tesouro Selic) para liquidez e reserva. Diversificar entre os três tipos — pós, prefixado e IPCA+ — reduz o risco de errar o momento.
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Conteúdo informativo, apurado em 22 de julho de 2026. Não é recomendação de investimento; avalie seu perfil e objetivos.



