O Bitcoin voltou a superar a marca dos US$ 65 mil, sendo negociado na região dos US$ 66 mil, em um movimento de recuperação puxado pelo retorno dos investidores institucionais e pela melhora do apetite por risco nos mercados globais.
O que impulsionou a alta
O principal motor foram os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que voltaram a registrar entradas líquidas expressivas — sinal de que grandes investidores retomaram posições. Somou-se a isso a expectativa de que o Federal Reserve mantenha os juros inalterados em sua próxima reunião, o que tende a favorecer ativos de risco.
O que fica no radar
A decisão do Federal Reserve, marcada para o fim de julho, é o próximo grande teste. Prediction markets apontam maioria para manutenção das taxas, cenário considerado favorável ao mercado cripto. Ainda assim, a volatilidade segue elevada e movimentos bruscos não podem ser descartados.
Para quem está começando, vale entender o básico antes de investir: veja o guia sobre o que é Bitcoin e como funciona.
Dados de mercado apurados em 21 de julho de 2026. Criptomoedas são ativos de altíssimo risco. Conteúdo informativo; não é recomendação de investimento.



