O Ibovespa voltou a operar no patamar dos 174 mil pontos, no melhor momento desde o início de junho, embalado pela expectativa de que o Banco Central comece a cortar os juros nas próximas reuniões. Em pregões recentes, o índice chegou a saltar quase 3% em um único dia após a divulgação de uma inflação mais fraca.
O que está movendo a bolsa
Três fatores explicam o otimismo: a leitura mais benigna da inflação, que aumenta a aposta em uma Selic menor; a queda do dólar, que recuou para a casa dos R$ 5,10; e a melhora do apetite global por ativos de países emergentes. Juntos, eles favorecem especialmente as ações mais sensíveis a juros, como as de consumo, construção e varejo.
O que observar a partir de agora
O mercado passa a monitorar de perto os próximos dados de inflação e atividade, além da comunicação do Copom, que definem o ritmo de eventual corte de juros. Também entra no radar a temporada de balanços do segundo trimestre, que pode trazer volatilidade caso os resultados fujam do esperado.
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Dados de mercado apurados em 21 de julho de 2026, com atraso, a partir de fontes públicas. Conteúdo informativo; não é recomendação de investimento.



